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Personagem

Badigadi

Status
Vivo (selado)
Raça/Título
Rei Demônio imortal; Deus da Batalha
Posto
Terceiro dos Sete Grandes Poderes
Família
Irmão de Kishirika

Descrição

Badigadi é um Rei Demônio imortal e o Deus da Batalha, terceiro nas fileiras dos Sete Grandes Poderes do mundo. É o irmão de Kishirika, a Grande Imperatriz do Mundo Demoníaco: vivem na mesma era graças a fatos de mais de quatro mil anos atrás, e o Deus Humano lembra uma vez a Badigadi aquela velha dívida.

Por ser um demônio imortal, é praticamente invulnerável: sua armadura de Deus da Batalha é resistente, e seu corpo se recupera no mesmo instante de qualquer ferida.

Aparência

Badigadi é um poderoso demônio de muitos braços, de estatura e força colossais. Seus braços, enfiados em manoplas douradas, podem voltar a crescer diretamente de seu corpo se forem cortados. Em combate, a mera enormidade de sua figura o denuncia; após ser selado, seu corpo encolhe notavelmente.

Personalidade

Ao contrário de seu temível título de Deus da Batalha, Badigadi por natureza não gosta da guerra. Por confissão própria, adora vagar, beber vinho, rir, flertar com mulheres de passagem e abraçá-las, às vezes levar uma bronca da noiva, fazer amigos, cantar e festejar. É um demônio farrista, bonachão e de voz atroante.

Mantém a palavra e permanece fiel à própria lei: mesmo depois de perder e ser feito cativo, recusa-se a continuar lutando e prefere o cativeiro.

História

Badigadi aparece já no banquete de casamento de Rudeus, onde, em festa, leva Julie sobre o ombro. Na guerra final, em pagamento de uma velha dívida, concorda pela única vez em ficar do lado do Deus Humano: este lhe pede que mate Rudeus e Orsted. Badigadi leva Geese sobre o ombro e, sem esforço, faz recuar até Atofe e outros demônios.

Na batalha decisiva, Rudeus, com a Armadura Mágica de Combate (temperada pelo treino com Orsted e Eris), o contém e lhe corta os braços, colocando-os em selos especiais onde não se regeneram, o que faz o próprio Badigadi encolher. No fim, Orsted o sela, mas não o mata, a pedido de Kishirika; selados junto a ele ficam tanto a Armadura de Guerra do Deus da Batalha quanto a Espada Real do Dragão.

Orsted oferece ao derrotado Badigadi a chance de abandonar o Deus Humano e lhe jurar lealdade, mas ele recusa categoricamente — não por lealdade ao Deus Humano, mas porque sua “única vez” de guerra acabou e ele já não luta por ninguém. Aceita esperar com paciência no cativeiro: quando — daqui a um século, mais ou menos — a guerra de Orsted com o Deus Humano terminar, não haverá mais motivo para retê-lo, e ele será libertado.

Poderes e Habilidades

Badigadi é um demônio imortal de força e resistência monstruosas. Seu poder principal é uma defesa indestrutível e uma regeneração instantânea: golpes de corte e de estocada, mesmo dos espadachins mais poderosos, não lhe causam dano real, e os membros cortados voltam a crescer de imediato. A armadura de Deus da Batalha combina nele alta velocidade e força, embora em velocidade pura ceda aos melhores mestres da espada.

É imune ao Olho Demoníaco de Visão Distante — nem mesmo Orsted sabe a razão: talvez por ser um ser especial, semelhante a um deus, ou por algo feito no passado. A única maneira de detê-lo é isolar as partes cortadas em selos especiais para que não possam se regenerar.

Citações

«Se a escolha é entre a guerra e o cativeiro, ficarei no cativeiro.»
— Ao recusar-se a jurar lealdade a Orsted após sua derrota.

Linha do tempo

  1. Capítulo 106
    Capítulo 96: O banquete

    Aparece no banquete de casamento de Rudeus, em festa e levando Julie sobre o ombro.

  2. Capítulo 278
    Capítulo 256: «A ameaça do Deus da Batalha»

    Na guerra final luta pelo Deus Humano, levando Geese sobre o ombro, e domina até Atofe.

  3. Capítulo 280
    Capítulo 258: Ponto de virada 5

    Rudeus, com sua Armadura Mágica, corta-lhe os braços e os isola em selos, encolhendo Badigadi.

  4. Capítulo 281
    Capítulo 259: «O fim da batalha»

    Orsted o sela (poupando-lhe a vida a pedido de Kishirika) e lhe pede que jure lealdade; Badigadi recusa, mas concorda em aguardar sua libertação dentro de um século, aproximadamente.

Relações

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atualizado em 11 de junho de 2026