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Personagem

Sabnock

Apelidos: Corrosion's Wicked Lion

Tipo
besta mágica, senhor do reino demoníaco
Epíteto
Leão Maligno da Corrosão
Forma
leão de seis patas do tamanho de uma baleia azul
Armas
saliva corrosiva, rugido sônico
Destino
derrotado por Rest, algo inédito na história

Descrição

Sabnock não é um demônio nem um diabo, mas uma besta mágica, o predador supremo e 'senhor' do reino demoníaco em Sabnock Plains. Seu epíteto completo é 'O Leão Perverso da Corrosão, Sabnock'. Nasceu no centro do reino, filho de um casal de bestas corrosivas, sobreviveu como o único da ninhada ao devorar seus irmãos e depois devorou os próprios pais. Alimentando-se do mana do reino e de monstros rivais, cresceu até um tamanho monstruoso e passou a reinar sobre a planície.

É um leão de seis patas tão grande quanto uma baleia-azul, coberto de pelo eriçado azul-branco, com uma mandíbula fendida e muitos olhos compostos vermelhos. Sua principal arma é a saliva corrosiva: ela apodrece grama e árvores, derrete espadas e armaduras, decompõe a carne por dentro, e também pode ser disparada como um jato pressurizado. O pelo de Sabnock é praticamente imune ao fogo, água, vento, terra, gelo e raio; seu rugido é um 'canhão de som' que estoura tímpanos e dispersa cortinas de fumaça. Além disso, a besta é inteligente e se adapta rapidamente às táticas do adversário.

O desastre foi desencadeado por uma atitude imprudente do terceiro príncipe Rodele: incentivado pelo Marquês Aiger, ele usou uma 'atração de monstros' proibida para despertar Sabnock em busca de glória — mas foi esmagado, perdendo dois servidores, e a besta avançou em direção à capital, provocando uma debandada. O Festival de Caça Mágica se transformou na morte de vinte e três pessoas.

Rest percebeu a presença colossal a cinco quilômetros de distância e, temendo por seus entes queridos na capital, correu para interceptá-la. Lutou quase sozinho (o espadachim Lubeth conteve as bestas corrosivas), desencadeando seu feitiço original 'Devorador de Estrelas' — uma minúscula 'estrela negra' que aniquila tudo o que toca. Desferiu o golpe mortal de cerca de quatro mil metros de altura: com a estrela negra absorveu a luz solar e, em queda livre, a liberou como uma lança concentrada, 'Amaterasu', que atravessou Sabnock de lado a lado e rasgou a carcaça ao meio. Assim Rest tornou-se o primeiro na história do reino a derrotar a besta — e a planície que por eras havia carregado o nome do senhor foi aberta para o desenvolvimento.

Habilidades

A saliva corrosiva de Sabnock escorre sem cessar de suas fauces, apodrece o vivo e o inerte por igual, derrete o aço e, dentro de um corpo, decompõe as células por dentro. A besta pode dispará-la sob pressão como um «canhão de água». Sua pelagem desvia quase toda magia elemental — até feitiços de alto nível, de quatro camadas, mal a chamuscam.

O rugido de Sabnock age como um projétil sônico: estoura tímpanos, dispersa cortinas de fumaça e arremessa os inimigos para trás. Suas enormes patadas deixam crateras, e sua colossal língua serve de arma contundente. A besta é muito inteligente: após várias mortes, sua ninhada aprendeu a manter distância, e o próprio Sabnock achou, vez após vez, a resposta para cada estratagema de Rest. Sua reserva interna de mana superava o que nem mesmo Rest conseguia conter de uma só vez.

Legado

Há vinte anos, Sabnock aniquilou uma expedição inteira de pioneiros e quase chegou à capital; o atual comandante da ordem de cavalaria, Iljas Cattleya, era então um jovem sobrevivente. Desde a fundação do reino ninguém conseguira derrotá-lo, e a própria planície tornou-se sinônimo da besta — daí o nome Planície de Sabnock.

A morte de Sabnock mudou o destino do reino: caiu a barreira que impedia o desenvolvimento de suas terras mais ricas. Pela vitória, Rest obteve o título de visconde e um feudo, e sua dupla com o espadachim Lubeth foi aclamada como as futuras «Duas Asas» do reino. O nome de Sabnock é lembrado por muito tempo como o ponto de partida da ascensão de Rest.

Relações

Disponível nos idiomas

atualizado em 30 de junho de 2026