Zepar
- Race / Rank
- Demon Lord, 16th rank
- Faction
- Plains Faction (under Barbatos)
- Position
- Right hand of Barbatos; vanguard commander, Sixth Legion
- Specialty
- Defensive command; reading and reversing enemy ploys
- Age / Look
- Grey-bearded old general, yet younger than Barbatos (~2000 yrs)
- Status
- Executed (beheaded by Dantalion with the Sword of Bael)
Descrição
Zepar é o Senhor Demônio classificado em décimo sexto lugar entre os setenta e dois, um soldado grisalho e de barba cinzenta do Clã das Planícies e o vassalo de maior confiança de Barbatos. Carrega o porte de um veterano general — grave, contido, sem ostentação, mas irradiando o peso de séculos de campanhas árduas —, embora, pela estranha aritmética dos Senhores Demônios, seja na verdade muito mais jovem do que sua senhora: apenas dois mil anos, uma insignificância perto dos três milênios e meio dela. Seu verdadeiro talento é o comando de exércitos e, acima de tudo, a defesa: enquanto outros anseiam por duelos gloriosos, Zepar vence lendo o engano inimigo um instante antes de qualquer outro e virando-o do avesso.
**A campanha das Montanhas Negras (cap. 75-107)** — Nomeado comandante da vanguarda da Sexta Legião de Barbatos para a Oitava Aliança da Crescente, Zepar é a primeira figura de autoridade que Dantalion encontra na guerra. Ele o decifra imediatamente e, por instrução de Barbatos, atua como porteiro e tutor: orquestra o bullying contra o novato para testá-lo e depois explica a lição que Barbatos queria que ele aprendesse — parar de se esconder nas sombras e construir sua própria facção a partir dos três recrutas sem raízes (Amy e os demais) colocados sob seu comando. Sob o comando de Zepar, a vanguarda toma a linha de fortalezas Verde-Azul-Amarelo-Vermelha das Montanhas Negras em cinco dias, o avanço mais rápido da história da Aliança da Crescente, e Barbatos o recompensa com o dragão de osso, um monstro de nível S.
**Austerlitz e a longa rivalidade (cap. 137-294)** — Nas grandes batalhas pelo norte dos Habsburgo, Zepar é o escudo do exército. Em Austerlitz, mantém a primeira linha de defesa contra a carga de cavalaria — "tornar-se uma única muralha e quebrar a onda" — e bloqueia os repetidos assaltos do inimigo. Seu nemesis pessoal são os Cavaleiros da Rosa Verde de Bretagne, a própria ordem que outrora aniquilou seus ogros (deixando o Senhor Demônio de décimo sexto lugar com apenas vinte dessas criaturas para sempre); quando finalmente os destrói e captura seu estandarte de setecentos anos, jamais tomado antes, é a vingança de meio milênio. Porém, Laura vence o dia sacrificando deliberadamente sua linha sem avisá-lo, e Zepar — que combateu com ainda mais desespero justamente porque acreditava que tudo dependia de ele aguentar — mal consegue conter sua fúria por ter sido usado.
**O bode expiatório (cap. 419-435)** — Quando as manipulações de Dantalion deixam as facções à beira de uma guerra civil após a morte de Paimon, ele escolhe Zepar como instrumento de seu esquema — sabendo que o ancião aristocraticamente leal, ao contrário do preguiçoso Beleth, assumirá a culpa em vez de fugir dela. Mas Zepar não se deixará usar como planejado. Quando Dantalion se oferece como sacrifício da facção, Zepar o deixa inconsciente com um golpe de aura em vez de permitir que o único amante masculino de Barbatos seja descartado. No tribunal de Walpurgis, Zepar cai na armadilha mais profunda de Dantalion e confessa falsamente ter sido o mentor do assassinato de Paimon, assumindo todas as acusações sobre Barbatos. Para tornar a mentira inquebrantável, acumula difamações vis sobre Paimon até que a enlutada Sitri se lança contra ele — e assim, condenado, é decapitado pela própria mão de Dantalion com a Espada de Bael.
A tragédia de Zepar reside no fato de que sua maior virtude — uma lealdade a Barbatos sem a menor sombra — é a alavanca de sua destruição. Ele compreende, diferentemente de Dantalion, que "uma vida é decidida não por como se vive, mas por como se morre", e que para o Clã das Planícies a morte de Barbatos seria a morte de todos. Assim, ele e os demais Senhores das Planícies resolvem morrer com ela em vez de sobrevivê-la. Ateu declarado até o fim, recusa qualquer oração, define sua vida como "nada além de arrependimento" e pede apenas uma coisa ao homem que o mata: cuide de Barbatos — "ela é a mulher mais gentil de todas".
Personality
Zepar is gravity made flesh: a grave, courteous, old-school soldier whose stony face is not cold by nature but worn smooth by centuries of dignity, so that a rare smile pushes his wrinkles into boyish dimples. He is honest to the point of having sworn never to lie to Barbatos, and aristocratically dutiful — the kind of man who shoulders blame rather than dodge it, which is exactly why Dantalion can use him where the shameless Beleth would simply flee. His one chink is Barbatos: mention her and the unflappable veteran grows flustered as a boy, his loyalty so absolute it overrides every cold calculation. Beneath the soldier's plainness runs a fatalist's philosophy — that a life is judged by how one meets death — and a quiet, regret-laced weariness he confesses only at the block.
Command and warcraft
Zepar is no duelist-magician; his power is the war itself. Barbatos rates him the better general of her two seconds, surpassing even Beleth and Sitri at defence. His signature is foresight under fire: at the Black Mountains he reads a too-early volley as bait, scatters his orcs against catapults others would have been crushed by, and cracks the gate with ogres the enemy never knew he had. At Austerlitz he is the wall that breaks the cavalry's wave. As a Demon Lord he commands monsters by thought alone — ogres, orcs, goblins, golems moving as his own limbs — and after the Black Mountains he wields the bone dragon, an S-rank monster, gifted by Barbatos. Even maimed, one-armed and poisoned in a mana-sealed cell, a single twist of his body can make the dungeon tremble.
Role in the story
Zepar bookends Dantalion's war. He is the first authority Dantalion meets — the tutor who teaches him how Demon Lords fight and nudges him toward building a faction — and one of the last he destroys, the hinge of the great purge that follows Paimon's death. Dantalion picks him precisely because his virtues make him exploitable, then bends his loyalty into a weapon: Zepar's false confession launders Barbatos clean of Paimon's murder and shifts the war's guilt onto a dead man. His execution at Dantalion's own hand, the Sword of Bael falling on a man who only ever served faithfully, is one of the heaviest stones in the avalanche of self-loathing that crushes the protagonist by the end — a quiet, dutiful death that shows the true cost of Operation Minerva.
Linha do tempo
- Capítulo 75
As vanguard commander of the Sixth Legion, summons the newly-arrived Dantalion and the rookie Lords; first meeting.
- Capítulo 76
Privately reveals he staged the bullying as a test and explains Barbatos's hidden lesson: build your own faction.
- Capítulo 81
Outwits the human fortress garrison and breaks the gate with hidden ogre rams; "Tonight the Black Mountains are ours."
- Capítulo 85
Takes the four fortresses in five days; Barbatos publicly praises him and grants him the bone dragon, an S-rank monster.
- Capítulo 156
Sulks at being passed over for the vanguard; Barbatos admits she pits him against Beleth to keep the faction sharp.
- Capítulo 291
Holds the first defence line at Austerlitz and at last destroys the Green Rose Knights, reclaiming his lost honor.
- Capítulo 294
Awarded the knights' captured 700-year banner, yet furious that Laura withheld the battle plan from him.
- Capítulo 419
When Dantalion tries to make himself the faction's scapegoat, Zepar knocks him out with an aura strike and takes the burden himself.
- Capítulo 428
Imprisoned and maimed, he refuses Dantalion's plea to plead innocent: the Plains Lords have resolved to die with Barbatos.
- Capítulo 433
At the Walpurgis tribunal he falsely confesses to masterminding Paimon's assassination, clearing Barbatos of all guilt.
- Capítulo 434
Heaps slander on the dead Paimon until the grief-maddened Sitri attacks him, cementing the lie before the crowd.
- Capítulo 435
Condemned, he declines any prayer as an atheist, asks Dantalion to care for Barbatos, and is beheaded by Dantalion with the Sword of Bael.
Relações
- Barbatosliege and idol
His sole, unclouded devotion; he dies confessing to a murder he never committed so that she may live.
- Dantalionjunior "brother" and pupil
Tutor and gatekeeper in the war; later the man who manipulates him into the scapegoat's role and personally beheads him.
- rival co-second
Bickers endlessly over which is Barbatos's "subordinate number one"; both are executed side by side.
- Laura de Farneseresentful subordinate strategist
She wins Austerlitz by sacrificing his defence line without warning, earning his cold fury.
- Sitriprovoked enemy
He slanders the dead Paimon to goad the grief-maddened Sitri into attacking him, sealing his false confession.
- Paimonthe murder he falsely owns
Confesses to masterminding her assassination — a lie — to draw all blame away from Barbatos.