Era dos Mitos
Apelidos: Mythic Age
- Quando
- Há milhares de anos
- Habitantes
- Deuses, demônios, dragões, raças antigas
- Traço
- Densidade de mana muitas vezes maior que agora
- Magos
- Os arquimagos de 9.º Círculo não eram raros
- Legado
- Relíquias, ruínas, os grimórios dos Sete Pecados
Descrição
A Idade dos Mitos é a era mais antiga deste mundo, abrangendo o período em que os humanos ainda não eram os senhores do continente. Ela terminou há milhares de anos, e naqueles tempos deuses, demônios, dragões e outras raças antigas ainda percorriam o mundo. A densidade de mana era então várias vezes maior do que hoje, o que tornava possível o que seria impensável na era atual: as sementes da Árvore do Mundo podiam brotar, por exemplo, e o sangue das raças antigas era muito mais puro. O próprio grimório Gluttony é um produto dessa era e preserva sua memória, tornando-se assim uma fonte inestimável de conhecimento sobre o passado esquecido.
Com o fim da Idade dos Mitos, o mundo mudou de forma irreversível: as barreiras ao redor do mundo material se tornaram mais sólidas, e invocar seres de outros mundos passou a ser quase impossível — há mil anos já não era mais possível convocar um ser de rank superior. A magia declinou. Os arcmagos do 9.º Círculo, comuns naquela era, desapareceram e sobrevivem apenas nos registros históricos; os heróis capazes de rachar uma montanha com um único golpe de espada tornaram-se uma lenda quase esquecida. Os dragões — a raça mais poderosa — sobreviveram à era e ainda olham para todos os outros de cima.
A Idade dos Mitos deixou para trás relíquias poderosas que magos e guerreiros ainda buscam arriscando a vida: espadas dos deuses (Fermut, a arma do Nuadu da Mão de Prata), artefatos que wieldam magia do 9.º Círculo, o laboratório do grande alquimista Paracelsus com sua pedra filosofal. As relíquias não são apenas 'divinas': mesmo as espadas de família de um clã antigo guardam em si as técnicas de um ancestral há muito morto, capazes de transformar um herdeiro em um mestre da espada em uma década. Os vestígios dessa era estão quase apagados da face da terra — restam apenas ruínas esparsas, muitas cuidadosamente escondidas ou gravemente danificadas pelo tempo; as relíquias do antigo império mágico de Balsia, por exemplo, há muito caíram no esquecimento.
Tanto o conjunto dos Sete Pecados quanto o poder que Theodore obtém remontam à Idade dos Mitos. Gluttony, tendo testemunhado essa era, frequentemente é o único a lembrar a verdade sobre os antigos deuses, dragões e as catástrofes do passado, permanecendo assim o principal guia de Theodore nessa história perdida. À medida que seus selos são removidos, o grimório revela a Theodore cada vez mais segredos da Idade dos Mitos — incluindo o verdadeiro propósito da chegada dos Sete Pecados a este mundo.
Legado da era
Após a Era dos Mitos, os arquimagos de 9.º Círculo desapareceram, o vínculo entre os mundos se enfraqueceu e a invocação de seres superiores se apagou. Só restam raras ruínas e relíquias: espadas dos deuses (Fermut, a arma de Nuadu), artefatos de 9.º Círculo, o laboratório de Paracelsus com sua pedra filosofal, lâminas familiares que portam as técnicas de antigos mestres. As relíquias do antigo império mago de Balsia se perderam há muito. Os grimórios dos Sete Pecados, Gluttony entre eles, são também um legado daquela era.
Declínio e dragões
Com o fim da era, o mundo se enfraqueceu de forma irreversível: as barreiras do mundo material se firmaram, invocar seres de posto superior se tornou impossível há mil anos, e a densidade de mana caiu. Os dragões — a raça mais forte daquela época — sobreviveram a ela e continuam a olhar de cima para os demais, e matar um dragão adulto, quanto mais um ancestral, continua sendo a medida do poder transcendente (alcançável por um grimório dos Sete Pecados em estágio avançado).